segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Que presente?
Olha, só. Tem um texto que gosto muito de um livro chamado “O Livro Tibetano do Viver e do Morrer” de Sogyal Rinponche, que é intitulado de “Autobiografia em 5 capítulos” que é assim:
1. Ando pela rua. Há um buraco fundo na calçada. Eu caio... Estou perdido... Sem esperança. Não é culpa minha. Leva uma eternidade para encontrar a saída.
2. Ando pela mesma rua. Há um buraco fundo na calçada.Mas finjo não vê-lo.Caio nele de novo. Não posso acreditar que estou no mesmo lugar. Mas não é culpa minha. Ainda assim leva um tempão para sair.
3. Ando pela mesma rua. Há um buraco fundo na calçada. Vejo que ele ali está. Ainda assim caio... É um hábito. Meus olhos se abrem. Sei onde estou. É minha culpa. Saio imediatamente.
4. Ando pela mesma rua. Há um buraco fundo na calçada. Dou a volta.
5. Ando por outra rua.”
Desculpa, mas a maioria das pessoas não sai do segundo capítulo. E teimam em “viver o presente” caindo nos mesmos buracos incessantemente. E o que é pior, culpam os outros por colocar o buraco ali. Fala sério. Enquanto a gente não parar para olhar para os buracos que carregamos dentro da gente, ninguém vai sair do lugar. E vai ser impossível viver qualquer coisa na sua plenitude, realmente.
Que presente?
Olha, só. Tem um texto que gosto muito de um livro chamado “O Livro Tibetano do Viver e do Morrer” de Sogyal Rinponche, que é intitulado de “Autobiografia em 5 capítulos” que é assim:
1. Ando pela rua. Há um buraco fundo na calçada. Eu caio... Estou perdido... Sem esperança. Não é culpa minha. Leva uma eternidade para encontrar a saída.
2. Ando pela mesma rua. Há um buraco fundo na calçada.Mas finjo não vê-lo.Caio nele de novo. Não posso acreditar que estou no mesmo lugar. Mas não é culpa minha. Ainda assim leva um tempão para sair.
3. Ando pela mesma rua. Há um buraco fundo na calçada. Vejo que ele ali está. Ainda assim caio... É um hábito. Meus olhos se abrem. Sei onde estou. É minha culpa. Saio imediatamente.
4. Ando pela mesma rua. Há um buraco fundo na calçada. Dou a volta.
5. Ando por outra rua.”
Desculpa, mas a maioria das pessoas não sai do segundo capítulo. E teimam em “viver o presente” caindo nos mesmos buracos incessantemente. E o que é pior, culpam os outros por colocar o buraco ali. Fala sério. Enquanto a gente não parar para olhar para os buracos que carregamos dentro da gente, ninguém vai sair do lugar. E vai ser impossível viver qualquer coisa na sua plenitude, realmente.
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Bunda lelê.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Desarmonia
Corações embriagados.
Na cabeça
A certeza do inevitável
É agora
Para mim indiferença
Mais tarde percebi a sentença
E agora
Uma parte de mim diz para correr
Outra parte de mim diz para ficar
Quanto mais eu corro, mais eu fico
(Desarmonia)
O tempo passa acelerado
O coração segue o compasso
Tudo está certo. Tudo está errado
Quanto mais eu corro, mais eu fico
Eles dizem: o que é seu está guardado
Eu digo: se é meu por que estou separado?
Uma parte de mim diz para correr
Outra parte de mim diz para ficar
Quanto mais eu corro, mais eu fico
(Desarmonia)
Eu escuto: Não se preocupe, o que é seu está guardado. E o que tiver que ser teu será dado. Nem mais cedo nem mais tarde.
Agora
Não consigo compreender
Quanto mais eu corro mais eu me perco
Um amor tão perfeito
Vive nesse desconcerto.
Uma parte de mim diz para correr
Outra parte de mim diz para ficar
Quanto mais eu corro, mais eu fico
(Desarmonia)
Agora eu estou parado e continuo perdido!
Eu fecho meus olhos e deixo a vida mostrar a lição.